sábado, 26 de setembro de 2009

Quem tropeçará primeiro?

Contratações milionárias, elencos de altíssima qualidade, boa gestão e 5 vitórias seguidas no Campeonato Espanhol. Nada acontece por acaso no futebol. Barcelona e Real Madrid estão transformando investimento em vitórias e alegrias para o torcedor.
O time de Madrid lidera a competição com o mesmo número de pontos do Barcelona. A diferença é apenas de um gol sofrido. O Real tem 5 vitórias, 15 gols pró e 2 gols contra. O Barça possui tudo igual, mas com um gol sofrido a mais.

A Campanha de ambos é impecável. Os galácticos de Madrid venceram no sufoco o La Coruña por 3x2 na primeira rodada. Parecia que a máquina não iria engrenar, mas não foi o caso. Na segunda partida, o Real venceu o Espanyol fora de casa por 3x0. Em seguida, goleou o fraco time do Xerez por sonoros 5x0. Na quarta rodada mostrou sua força vencendo o Villarreal fora de seus domínios por 2x0. Na quinta rodada, goleou novamente outro adversário, o Tenerife.

No lado catalão, o Barça começou animando o torcedor com um 3x0 no fraco Sporting Gijón. Venceu o Getafe fora de casa na segunda rodada por 2x0. Na terceira rodada, o Barcelona fez um grande jogo contra o Atlético de Madrid e o goleou por 5x2. Ganhou do Racing por 4x1 e do Málaga por 2x0, ambos fora de casa.
Na próxima rodada, dia 04/10, domingo, 14horas, o Real Madrid enfrentará o forte Sevilla fora de casa. Já Barcelona defrontará com o Almería, também no mesmo dia e horário.

Provavelmente, os dois triunfarão nos próximos confrontos, mas fica a pergunta: Quando estas duas máquinas de jogar futebol terão seu primeiro tropeço. Tudo leva a crê que os dois ficarão mais 6 rodadas sem sentir o gosto amargo da derrota. Digo isso pois no dia 29/11 às 14horas,na rodada 12 da competição, esses dois grandes times irão se digladiar, e consequentemente, um empate seria um resultado ‘chato’. Um empate mostraria um tênue equilíbrio de força entre os dois. Quem perder, certamente ficará ‘mordido’ e esquentará a competição e a rivalidade.

São apenas cinco rodadas, e, mesmo me precipitando, logo afirmo que um dois será o campeão. A diferença de forças desses dois perante os outros concorrentes é grande. Mesmo sabendo que o futebol não é uma ciência exata e que tudo pode acontecer, não creio que teremos surpresas no campeonato espanhol 2009.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Opinião acerca da profissão

Desde que a obrigatoriedade do diploma foi tirada, amigos sempre me perguntam o que penso a respeito. Fazem muitas inquirições e pedem minha opinião. Não posso dizer a ninguém que estudo Jornalismo pela UFS que consequentemente requerem meu ponto de vista. Fico sempre quieto ou falo pouco no que diz respeito a isso. Pedem-me para escrever neste blog a minha opinião. E como este espaço cibernético é apenas para opinar – até por que não posso concorrer com os grandes meios de comunicação no que diz respeito à notícia –, deixarei de lado esta vontade intrínseca e passarei para o papel, ou melhor, para o Word.

Eu defendo a obrigatoriedade do diploma. Parece nariz-de-cera, mas não é. Porém, nada melhor que começar assim, emitindo o argumento principal, até por que esse texto vai ser longo, e se o leitor internauta quer saber apenas isso, pode fechar esta página. Mas se quer saber o que penso de maneira argumentativa – principalmente os amigos que pedem – leia até o final. Se não tiver interesse, ignore estas cândidas palavras.

Cada um é livre para se tornar o profissional que deseja. Se alguém acha que pode ser (ou que já é) um grande jornalista sem precisar do diploma, que seja feita vossa vontade. Mas se preferem ser profissionais diplomados, também terá livre escolha. Eu defendo e argumento minha segunda citação. E a partir de agora, irei expor o que penso.

Vamos primeiro comparar a qualidade de ensino no Brasil com os demais países da Europa e da América do Norte – me limito apenas à EUA e Canadá. Nesses locais, não precisa necessariamente ser diplomado. Mas lá se pode fazer isso, pois todo cidadão em sua legítima vida honesta, possui ensino de qualidade. O jornalista precisa saber escrever, e isso é fato. Nos países que citei, a conseqüente boa educação os permite escrever bem. E mesmo assim, a grande maioria dos jornalistas é diplomado, mas não são obrigados a ter esse bacharelado. Evidente consciência.

O Brasil tenta imitar esse modo transcendental de se criar profissionais, principalmente jornalistas. Não conseguem, pois o ensino daqui não vale 1% de lá. Mas o leitor pode rebater dizendo que aqui nós temos grandes jornalistas que não são diplomados, apesar da qualidade de ensino precária. Eu vos digo que toda regra tem uma exceção, ou exceções e encorpo a opinião do internauta afirmando que existem muitos jornalistas formados que são medíocres e que escrevem porcarias, no sentido literal da palavra.

Conheço jornalistas não-formados que dão um show a parte na escrita e na técnica jornalística. São competentíssimos. Conheço outros que são formados em outras especialidades, mas que escolheram o jornalismo e que dispensam comentários.

Acredito que a vivência prática no exercício da profissão pode se igualar a vida na universidade, ou até sobressair. Estudantes como eu, que vivem no romantismo da academia, ainda não sabem o que é ser jornalista. Nós ainda não temos a prática, que é a melhor coisa da profissão. Estamos adquirindo a noção técnica, mas o convívio próximo, particular a cada estudante, só será visto quando entrarmos em uma redação.

Mesmo sabendo que o convívio empírico é a parte principal do ‘ser jornalista’, acredito que ter o diploma e passar por uma universidade de Comunicação Social (Jornalismo) completa o profissional. A vivência social que a universidade possibilita é, desculpe o termo rústico, impagável.

Outro ponto, para encerrar, é o simples fato de que por mais que o diploma não se torne necessário, empresas ainda continuarão contratando profissionais que tenham preferencialmente, um diploma. Mas esse mesmo diplomado pode perder sua vaga para alguém que não é bacharel ou cursou outra coisa na universidade. Perdeu por que foi menos competente que aquele não formado em sua essência. E será justo. Seja jornalista formado, mas sobressaia perante aqueles não formados, senão, para que o diploma?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Matemática entra em campo

Chances de títulos, oportunidade de ir à Libertadores 2010 e, infelizmente, possibilidade de rebaixamento. Esporte e Matemática são parceiras fiéis que podem agradar uns e decepcionar outros. Quem transforma especulação em dados é o matemático Tristão Garcia, Engenheiro Eletrônico (isso mesmo, não é matemático na sua essência) e referência na área esportiva a partir dos anos 90.
Segundo Garcia, o Palmeiras tem 32% de chances de levar o título. O Colorado vem logo atrás com 24%, seguido de São Paulo, 28%. O Atlético MG e Goiás possuem apenas 5%. Além destes, Grêmio, Corinthians, Barueri e Santos possuem chances mínimas de levantar o caneco.
Na disputa para a Libertadores 2010, 9 times brigam por 4 vagas. Palmeiras e Inter possuem 86 e 80%. O São Paulo e o Galo possuem 80 e 43%. O Goiás vem logo atrás com 42%. Grêmio, com 22%, seguido de Santos, Avaí e Flamengo, que tem apenas 4% possuem chances mínimas de atingir a sonhada vaga.
Na parte de baixo, a Matemática fere os torcedores. Mas isso é uma fatalidade passiva desta ciência. O Fluminense, coitado, possui 95% de chances de ir à Série B 2010. Em seguida, o Sport vai ‘carimbando’ sua vaga com 87% de possibilidades. O Botafogo tem 64%, seguido por Náutico, 48, Coritiba, 28 e Atlético PR, com 18%. O Cruzeiro, que foi vice campeão desta Libertadores, acumula míseros 3%.
São apenas números que tentam contextualizar a realidade. Pode ser que tudo mude, mas nunca subestime a Matemática.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Análise Tática: Botafogo x Fluminense

Faltam apenas 15 rodadas para o fim do Brasileirão 2009e Botafogo e Fluminense vão garantindo suas vagas para a serie B 2010. As duas equipes farão o único clássico da rodada 24. Com 23 pontos, o Botafogo se encontra atualmente em décimo oitavo. O Fluminense, com 17 pontos, é o lanterna da competição. O jogo será domingo, 13, às 18h:30min, no Engenhão. Para sair da zona de risco, os técnicos das duas equipes armaram equipes teoricamente ofensivas.

Jefferson será o goleiro titular. Na zaga, o Botafogo deverá atuar com 3 zagueiros, com Emerson, Juninho e Teço formando a linha. Na ala-direita, o intocável Alessandro. Leandro Guerreiro e Jônatas são os dois volantes. Lúcio Flávio será o cérebro da equipe alvinegra. Eduardo ficará na ala-esquerda. No ataque, Estevam Soares barrou Victor Simões e o ataque será formado por Reinaldo e André Lima.



Os maiores avanços do Botafogo serão pelo lado direito, onde o Fluminense conta com o improvisado lateral Paulo César. Reinaldo fará uma maior movimentação pelos lados, dando mais opções a Lúcio.
Na zaga, Juninho é a grande arma. Sabe sair bem com a bola no pé e sabe trocar passes. Um jogador desse nível é uma vantagem, pois a saída de bola do Botafogo terá mais qualidade. Leandro Guerreiro auxiliará mais a parte defensiva e Jônatas poderá cobrir os avanços de Eduardo e encostará em Lúcio Flávio dando oportunidade de rolar a bola.

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Na equipe do Fluminense, 5 mudanças fazem o time mudar de cara. Luiz Alberto e Ruy voltam para o lugar de Dalton e Mariano. Ezequiel Gonzáles substituirá Marquinho, suspenso com o terceiro amarelo. Alan e Adeílson farão a dupla de atacantes. Roni ficará no banco e Kieza está machucado.
O esquema é o 4-4-2 com dois volantes, sendo Diogo o mais fixo e Diguinho apoiando ao ataque quando necessário.



Ruy e Paulo César revezarão nos avanços. Em um 4-4-2, quando os dois laterais avançam de uma vez, um volante terá que fazer o terceiro zagueiro. Se isso acontecer, provavelmente Diogo fará essa função. Com os laterais avançando, as opções no meio de campo aumentam, mas a zaga fica desguarnecida.
Conca jogará mais na ponta esquerda do campo. Adeílson fará dupla com Alan, mas é muito provável que o Fluminense atue com quase 1 atacante, pois Adeílson se movimentará muito e trocará de flancos sempre que possível.
O clássico vovô será o clássico dos desesperados. Quem perder se complicará. O Botafogo se tropeçar, ainda pode se salvar. Se o Fluminense perder, praticamente selará a sua ‘classificação’ para a série B de 2010.

É culpado, mas é humano

Nelsinho Piquet foi íntegro e objetivo no seu depoimento feito à Federação Internacional de Automobilismo (FIA), hoje, dia 10, alegando com todas as palavras que provocou mesmo o acidente no GP de Cingapura em 2008. O objetivo foi feito essencialmente para ‘ajudar’ seu companheiro de equipe, Fernando Alonso. Mas a história é ainda mais complexa e pode ter vários vilões.
Segundo depoimento, Nelson afirma que o acidente foi proposital, com o aval do Senhor Pat Symonds, diretor técnico da equipe e pelo ‘digníssimo’ Flávio Briatore, ‘manager’ e diretor da Equipe Renault. Os dois indivíduos chegaram a Nelsinho e propuseram que ele batesse o carro na volta número 13 ou 14 em uma curva X, para que o safety car fosse à pista. Antes disso, na volta 12, Fernando Alonso entraria nos boxes para abastecer. Com o safety car na pista, Alonso ultrapassaria o máximo de carros possível. Isso aconteceria – e aconteceu – pois os outros carros aproveitariam para abastecer e como Alonso já teria ido aos boxes, conseguiria essa grande vantagem.
Nelsinho afirma que aceitou a proposta por motivos emocionais. “No momento da conversa, estava em um estado mental e emocional muito frágil. Este estado de espírito foi provocado pelo estresse intenso causado pelo fato de que o Sr. Briatore se recusou a informar da existência da renovação de meu contrato de piloto para 2009, como habitualmente ocorre no meio da temporada (entre julho ou agosto). Ao contrário, o Sr. Briatore repetidamente pediu-me para assinar uma "opção", o que significava que eu não estava autorizado a negociar com outras equipes no mesmo período. Ele repetidamente me colocou sob pressão para prolongar a opção que tinha assinado, e iria me chamar regularmente em seu escritório para discutir a renovação, mesmo em dia de corrida - um momento que deveria ser apenas para concentração e relaxamento. Este esforço foi acentuado pelo fato de que, durante o GP de Cingapura, tinha me classificado em 16º no grid, então estava muito inseguro sobre meu futuro na Renault. Quando me pediram para bater o carro e provocar a entrada do 'safety car' a fim de ajudar a equipe, aceitei porque esperava que pudesse melhorar minha posição na equipe neste momento crítico da temporada. Em nenhum momento fui informado por qualquer pessoa que, ao concordar em provocar um incidente, eu teria garantido a renovação de meu contrato ou qualquer outra vantagem. No entanto, no contexto, pensei que seria útil para alcançar este objetivo. Por isso, concordei em provocar o incidente”. Afirmou Nelson Piquet Jr.
Se alguém observar o contexto, dirá que Nelsinho Piquet é o culpado e que deve ser banido das pistas. É relevante dizer que a atitude foi malcriada, mas a culpa não é só do piloto. O Sr. Briatore e o Sr. Pat Symonds possuem uma parcela de culpa bem maior do que a de Nelsinho. O piloto é jovem, estava emocionalmente abalado, o que é normal. Esse tipo de atitude imatura acontece com qualquer jovem que esteja começando em qualquer modalidade esportiva, seja automobilismo, futebol, vôlei, esportes olímpicos em geral ou basquete. Poderia ter pulso firme e ‘enfrentado’ os dois Senhores. Mas não o fez. Aceitou a proposta e achou que poderia renovar seu contrato.
No depoimento, Nelsinho comentou que muitos jornalistas perguntaram se o acidente foi proposital. Nelson mentiu. Mentiu também para o engenheiro da equipe, que achou estranho um carro acelerar enquanto ia em direção à parede.
Nelson Piquet Jr. infelizmente – e ele mesmo reconhece – não tem os mesmos atributos técnicos do pai, nem a mesma competência nas pistas. Mas podem ter algo em comum: Honestidade, pois o filho reconheceu o erro e a educação permite que se arrependa dos atos que fez. Parece que estou sendo humano demais, mas acredito que Nelsinho aprendeu a lição e deve ter ‘crescido’ mais na sua carreira.

sábado, 29 de agosto de 2009

Quando o brilho se apaga pelo anti-profissionalismo

Há alguns anos que o futebol carioca declina de forma vertiginosa e impetuosa. Aquela rivalidade histórica, dramática que se assemelhava a uma tragédia grega, vai perdendo sua grandeza. Não digo que os times não fazem mais partidas memoráveis. Faz sim, a exemplo de Flamengo x São Paulo pelo brasileirão ano passado, ou então de Fluminense x São Paulo pela libertadores 2008. O que venho dispor ao leitor, é uma análise administrativa entre os clubes dos dois estados.
De 2003 à 2008 o campeonato brasileiro foi vencido 6 vezes por times de São Paulo. Só o tricolor paulista venceu os 3 últimos. O Corinthians venceu em 2005 e o Santos em 2004. Em 2003 o Cruzeiro venceu. Aliás, irei um pouco mais longe: De 1990 à 2008, os paulistas venceram 12 vezes, contra 4 dos cariocas.
Mas o enfoque mais antagônico entre esses dois Estados, é a gestão financeira e administrativa entre os clubes. Enquanto os paulistas possuem profissionais competentes e os clubes possuem estruturas regulares, os cariocas pecam na gestão e na estrutura. Mas existem pessoas competentes no rio, não existem? Claro que sim, existem. Como também os cariocas dão alegrias aos seus torcedores. Por exemplo, na Copa do Brasil, o Flamengo venceu em 2006 e o Fluminense em 2007. Mas isso é muito? Não. De 2000 à 2008, 4 times paulistas venceram a competição, contra apenas esses dois títulos cariocas.
Toda essa goleada de títulos entre ambos não é conseqüência de times ruins. Pelo contrário. Os times do rio montam bons elencos e no papel, todos tem chances de brigar por títulos. Mas por que essa abstinência por conquistas? A resposta se chama profissionalismo.
E se não houver uma solução, nem que seja a longo prazo, a situação vai se alastrar e o futebol carioca pode entrar em decadência. Por exemplo, caro leitor, veja quantos times paulistas há no Campeonato Brasileiro 2009. São 6 times, e isso equivale a 30% de clubes paulistas na série A. E cariocas? São 3, que são 15%. É muito pouco para um estado com tantos times com tradição e com muita história.
Não critico a história dos times grandes do rio. Esses contribuiram para o futebol, montaram grandes máquinas de jogar futebol e conquistaram muitos títulos. Porém o problema é na parte administrativa. Lamento pelos torcedores cariocas terem de enfrentar o anti-profissionalismo dos times que lhes alavancam a paixão e lhes movem aos estádios para prestigiar seus grandes times que estão desmantelados, mas que ainda possuem seu brilho.Nenhuma má gestão apagará o brilho carioca.
Ressuscite, grande futebol do Rio!

Liga dos Campeões e o Grupo da morte

A Uefa sorteou nesta quinta-feira, em Mônaco, os grupos da Liga dos Campeões 2009/2010. A surpresa da competição foi o Grupo C, que conta com nada mais que Milan, com 7 títulos, Real Madrid, o maior campeão do torneio com 9 títulos. Além dos dois, Olympique de Marselha e Zurich completam o grupo. O curioso é que Kaká enfrentará logo de cara o seu ex-clube, o Milan, em que conquistou muitos títulos e mostrou para toda a Europa seu futebol singular. O time italiano contará com os brasileiros Ronaldinho Gaúcho, Alexandre Pato e o técnico Leonardo, ex-jogador do São Paulo.
Além desse grupo, a chave F também motiva os admiradores do bom futebol. Inter de Milão e Barcelona se defrontarão. Os dois times, que inverteram suas estrelas – Eto’o foi para a Inter e Ibrahimovic foi para o Barcelona – ainda contam com a participação forte do Dínamo de Kiev e Rubin Kasan-RUS. Nas outras chaves, o equilíbrio se mantém, porém com menos força que o Grupo C e F. Resta saber agora se o Real vai transformar seu investimento em títulos ou se Milan, Barcelona, Arsenal, Manchester United e outros acabarão com a festa em Madrid.
As partidas terão inicio nos dias 15 e 16 de setembro, onde o Inter de Milão e o Barcelona farão o primeiro dos grandes jogos da maior competição futebolística entre times do Mundo.


Confira as chaves completas:

Confira os grupos da Liga dos Campeões:
Grupo A Bayern de Munique, Juventus, Bordeaux e Maccabi Haifa
Grupo B Manchester United, CSKA Moscou, Besiktas e Wolfsburg
Grupo C Milan, Real Madrid, Olympique de Marselha e Zurich
Grupo D Chelsea, Porto, Atlético de Madri e APOEL Nicosia
Grupo E Liverpool, Lyon, Fiorentina e Debrecen
Grupo F Barcelona, Inter de Milão, Dínamo de Kiev e Rubin Kazan
Grupo G Sevilla, Rangers, Stuttgart e Unirea Urziceni
Grupo H Arsenal, AZ Alkmaar, Olympiacos e Standard de Liege

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Que venha o segundo turno

Não faltaram emoções no primeiro turno do Campeonato Brasileiro 2009. O líder Palmeiras fez um campeonato bastante regular. O Goiás surpreendeu. O São Paulo começou sua arrancada mais cedo do que esperado. O Fluminense decepciona. O Botafogo deu esperanças à torcida. O Flamengo e o Cruzeiro são incógnitas e ninguém sabe aonde esses dois terminarão a competição.
Mas, o que se pode esperar do segundo turno? Alguns times já perderam jogadores importantes, como é o caso do Corinthians, com a venda de André Santos, Christian e Douglas. Mas o treinador do timão é Mano Menezes, que já provou que é capaz de fazer este time jogar, e muito bem por sinal. Outros times podem arrancar, como o Cruzeiro, que estava dando importância à Libertadores.O Grêmio pode buscar vaga na Libertadores 2010 e até o título, mas é pouco provável.
Os quatro primeiros brigarão exaustivamente pelo titulo. Outros mais atrás podem surpreender, o que é inevitável em um campeonato tão equilibrado. Os quatro últimos estão tragicamente na derrocada. O Sport foi à Libertadores e não deu conta. E não está dando conta no Brasileirão também. O Fluminense tenta fazer o time jogar desde o começo do ano. E não consegue. O Náutico vem desmotivado e abatido na competição. O Santo André, que já ficou lá em cima, está a sucumbir. Esses quatro times ainda contam com a presença de Coritiba, Botafogo, Cruzeiro, Atlético-PR, Santos e Vitória.
O returno vai fazer muito torcedor roer as unhas, gritar, xingar e vibrar. Nada está definido e esta novela ainda precisa de mais 19 capítulos para chegar ao fim.

...

Time

Surpresa – Goiás (Vice-colocado)

Decepção – Fluminense (Vice-lanterna)

Jogador

Surpresa – Fernandinho, Barueri

Destaque Individual – Cleiton Xavier, Palmeiras

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Líder Palmeiras empata com Grêmio em casa e tropeça

O Palmeiras vinha decolando na competição com três vitórias seguidas. Goleou o Corinthians por 3x0, venceu o Fluminense por 1x0 e triunfou na Ilha do Retiro contra o Sport por 1x0. Mas o vôo do Palmeiras baixou um pouquinho depois do empate com o Grêmio no Parque Antártica. Tudo bem que o Palmeiras ainda é o líder com três pontos de vantagem e que o adversário era o fortíssimo Grêmio que encontra-se na sétima colocação, colado no grupo dos quatro que vão à Libertadores. Por esses fatores o resultado foi razoável. Porém não deixa de ser um tropeço.
Sobre a partida, um jogo truncado e bem disputado. O Palmeiras abriu o placar com Cleiton Xavier e logo depois o Grêmio empatou com o argentino Máxi Lopez. Foi um ótimo primeiro tempo e bem equilibrado.
No segundo tempo, aconteceu algo preocupante: Aos 36 min, o zagueiro Rever dividiu a bola com Diego Souza e caiu ao chão desacordado. Foi levado ao hospital com urgência. Como o Grêmio já havia feitos às três substituições, ficou com um a menos. Depois da saída de Rever o Palmeiras pressionou, pressionou, e pressionou. Mas não conseguiu a vitória. Por isso que o Palmeiras tropeçou.
Com o término da rodada, o Palmeiras manteve-se na liderança com 35 pontos, três a mais que o Goiás, vice-líder. O Grêmio foi para a sétima colocação com 25 pontos.
O próximo compromisso do Palmeiras é na quarta-feira, 12, contra o Atlético-MG às 21:50, no Mineirão. O tricolor gaúcho vai à Arena Barueri enfrentar o Barueri no domingo, 9, às 18:30.

O leão não era tão feroz

Fluminense e Sport defrontaram-se na noite de quinta-feira pelo Campeonato Brasileiro. O jogo valia para a décima sétima rodada da competição. O tricolor com onze pontos e o rubro negro com treze, tinham algo em comum: Má fase e abraçados na ultima e penúltima colocação respectivamente. O jogo tinha tudo para ser tenso. Mas não foi. O Fluminense passou por cima do Sport no Maracanã. Literalmente. Um tricolor que não havia feito três gols em nenhuma partida da competição fez de uma vez em 40 min. Duas vezes Kieza e Roni de pênalti. Tudo parecia se encaminhar para uma noite feliz da torcida. Termina o Primeiro Tempo: 3x0 Fluminense.
Inicia a segunda parte do jogo e logo nos primeiros minutos o Sport sofre pênalti. Vandinho é o cobrador. O Sport diminui a vantagem. 3x1. Mas foi apenas isso que o Sport criou: Um pênalti e nada mais. O Fluminense matou a partida de uma vez com o golaço de Carlos Eduardo. Para finalizar o baile, Maicon marcou de calcanhar depois da grande jogada de Conca. Fluminense 5 x 1 Sport.
Com o placar, os dois times trocam de lugar na tabela. O tricolor sobre para décimo nono com 14 pontos e o Leão, que não foi tão feroz assim, caiu para a vigésima colocação com 13 pontos.
No domingo, dia nove, o tricolor enfrenta o Vitória no Barradão às 16:00 horas e o Sport vai ao Beira Rio enfrenta o Internacional no dia dez às 21:00 horas.
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